
God of War Ragnarök
God of War Ragnarök é o jogo onde o Kratos virou Tchola. Sim, já chego na polêmica, pois agora é o momento de hypar e ver se meu blog bosta decola. Porra, geral no debate lacrou, não lacro, é woke, não é woke, é machismo, não é machismo, e eu aqui só na reza para não perder o timing para o post. Jogo filha da puta que não acabava nunca. Outro que quis se casar comigo!! Antes de dar a minha opinião sobre as polêmicas, deixo claro mais uma vez o meu desgosto pelo que essa franquia se tornou. Caras, podem lacrar o quanto quiser, trocar o Kratos por uma uma negra trans gorda, mas não troca um jogo Hack and Slash épico por um RPG safado cheio de ícone no mapa e item “lendário” para pegar. Sim, agora já eras, tem 2 ou até 3 jogos assim, se Laufey for nesse caminho, mas essa questão ainda me tira o sono. Consegui me divertir com esse carinha, assim como o anterior, mas está longe de ser algo que me dê satisfação ao pegar no Joystick (palavra em desuso hoje em dia). Que medo que tenho com o que vão fazer com os remakes da Grécia. E o Kratos é Tchola ou não é? Bem, sim, é bastante, mas nada que estrague a história. E a Laufey é feia ou não é? Aí, você vai ter que esperar o jogo sair e eu fazer o post. Também não sou trouxa de ninguém dando opinião antes da hora, se lascar!!
Ficha Técnica
| Publisher | Sony Interactive Entertainment (que voltou atrás nos exclusivos) |
| Desenvolvedor(es) | Santa Monica Studio |
| Diretor | Eric Williams (o culpado tem nome e sobrenome) |
| Produtor | Chad Cox (mas aquele Balrog também teve dedo que eu sei) |
| Designer | Jason McDonald |
| Artes | Rafael Grassetti (vai BRASA!!!) |
| Músicas | Bear McCreary |
| Plataforma | PS4 PS5 PC |
| Lançamento | PS4 e 5 – 09 de Novembro, 2022 PC – 19 de Setembro, 2024 |
Resumão para não ficar perdido
Nossa palhaçada da vez se passa um tempo depois dos eventos do game anterior. Não vou dar spoiler, mas devido às peripécias de Kratos e Atreus, um frio de matar mendigo, chamado Fimbulwinter, se instalou em Midgard e a bruxa maconheira da floresta Freya está querendo matar os dois. Ruim, né? E nada que não possa piorar. Já que ambos acabam recebendo a visita de Thor e Odin e tem que se envolver no Ragnarök para fugir de um “acordo”. Sim, imagina a treta que não era esse acordo com aspas, para nossa dupla ter que reunir anões, elfos negros, elfos luminosos, valquireas corrompidos, Deuses caidos e um Gigante de fogo em combate ao invés de aceitar. É, às vezes é melhor você brigar com um amigo e nunca mais falar com ele, do que cair em uma sociedade para abrir uma franquia de Paleteria Mexicana.

Lorota
Virou avenida Brasil.
E aí, vai ficar no muro e não dizer se tem lacradas nessa porra mesmo? Não, não vou ficar no muro e tem lacradas sim. Para deixar minha opinião clara e ninguém ficar na dúvida: toda vez que tem substituição (gênero, raça e afins) tem lacrada. Então ter personagens negros nordicos, para mim é uma puta lacrada. Isso estraga a trama? Não, dentro de tudo o que é apresentado, pouco importa e podemos seguir a vida sem maiores exaltações. Até mesmo porque, o problema da trama de Ragnarök é outro. O problema, pelo menos para mim, é que tudo se tornou uma grande novela das 8, que passa às 9. Sério minha gente, isso aqui virou casos de família de um jeito que eu não esperava. O game anterior focava na roadtrip de Kratos e Atreus e era excepcional e muito intimista. Agora aqui, a parada foca em destino, em expectativas e principalmente em relações familiares tortas. O que dá esse ar de novela e que me desagrada de uma forma dolorosa até. Na moral bixo (para referenciar o Mimir), temos uma grande guerra se aproximando e vocês acham mesmo que eu estou me importando com pai alcoólatra, com marido que trai a mulher, com avó com doença mental ou com irmão que sente inveja de irmão? Entendo que a mitologia nórdica é mesmo cheia de tretas de família, mas não era isso que queria ver em um game majoritariamente de ação. Entendo a galera que tem família grande se identificar e até gostar, mas sigo achando que não combina. O negócio era para ser focado na treta como era antes, ou vai dizer que não tinha treta de família na mitologia Grega, onde Zeus passava a pica em tudo o que se mexia? Os caras entupiram de personagens o troço também. Gostei deles, não me entenda mal, só acho que faltou espaço para esse monte de gente. Thor é apenas um fortão triste, Týr é apenas um Deus que perdeu a vontade, Angrboda (que é lacração sim) é apenas a doutora roteiro, Heimdall é apenas o cara a se odiar, Thrúd é apenas a adolescente incompreendida e Freyr é apenas o irmão boa vida. Eles têm o mínimo de desenvolvimento, mas se perdem nas horas e mais horas de gameplay que não os usa ou cita. Bem desenvolvido mesmo é apenas Odin, que minimamente conseguimos entender o que o motiva, vemos as consequências de suas ações e entendemos o perigo que é ter alguém que está disposto a fazer qualquer coisa para cumprir os seus objetivos como inimigo. O pai de todos é pica, mesmo sendo um senhor que parece não aguentar meia hora de soco ou um degrau mais alto. Não que ele seja o destaque da coisa toda, pois o destaque para mim fica com Freya e Atreus. Um positivo e outro negativo. O desenvolvimento de Freya nesse jogo é foda demais. Ela passa de uma personagem vingativa e até chata monotom, para uma das melhores companheiras de treta que a gente vai ver. A mulher faz boas piadas sem ser forçada, conta coisas interessantes e normalmente tem as decisões mais sensatas. O que não podemos dizer do nosso Teteu. Que saiu de uma criança fofa e prestativa, para um adolescente chato, respondão e 100% inconsequente. Gostei da gameplay com ele (pois é) e acho que ele ajuda muito em batalha, mas ele é tão chatinho que tudo isso vai para o caralho. A galera inclusive pegou um ranço forte com o moleque com cara de lagartixa, que até entendo, mas acho exagerado. É foda, pois a personalidade dele é condizente com a idade, mas ninguém consegue aguentar tamanho o porre. Sim, não vou sair antes de falar do Kratos Tchola, não se preocupem. Confesso que não me incomodou muito, mas ver Kratos ajudando fantasma, recolhendo frutinha, caçando cervinhos perdidos, não era algo que me agrada de um todo. Entendo ele ter melhorado, evoluído, se desconstruído, se tornado melhor e tudo mais. Só para mim ele deveria estar sofrendo de forma eterna depois de ter destruído uma civilização inteira. Isso inclusive me deu uma ideia aqui, de algo que faria mais sentido. E se ao invés de Kratos, esses God of War Nórdicos fossem protagonizados pelo Týr, o Deus da Guerra dessa mitologia? Isso, trocar o protagonista e deixar Kratos aparecendo como um NPC que fica no meio do mato sofrendo, resmungando e no máximo ajudando de leve o outro prota? Será que não era melhor que colocar nosso mano Fantasma de Esparta para passar esse papelão? É uma ideia, sabe. Pensem. Aí God Of War Egito, Roma, Babilônia e afins usa os seus Deuses da Guerra. Ahn? O que acham? Muita doideira? Eu confesso que acho interessante e queria algo nesse sentido. Vi a turma reclamando da Disneyficação no trailer de Laufey e venho aqui dizer que a parada já foi Disneyficada aqui manos. É espadinha que assobia, monstrinho dando tchauzinho no meio do mato, bichinho de olho colorido e tudo mais. Caminho sem volta total. Enfim, me alonguei um monte apenas para dizer que achei a história meia boca. O desfecho é legal até, mas o meio é muito enrolado e conduzido de uma forma que não me prende. Tem um plot twist interessante, mas demora tanto para vir que perde o choque. Ainda sigo achando os anões os melhores personagens disparados, mas agora tenho Freya no meu coração. Na moral, se é para jogar God of War com uma mina, era melhor ser ela que essa mulher queimada do Kratos que supostamente briga em pé de igualdade que o cachaceiro Thor. Inclusive, para quem diz que só tem mulher feia na Sony, a mulher do Thor, Sif é uma delícia e merece uma boa homenagem de quem jogar, se é que vocês me entendem.
NOTA: 1.3

Playada
Quase me enganou.
Manos, cheguei já sabendo o que essa parada aqui ia ser. Sabia que não ia ter grandes mudanças na play. Que ia ter melhorias e tals, mas que o core ia seguir na mesma. Só rezei para ele ser menos amplo e mais focado. Até ter desvios de rota, mas que fossem ligados à exploração dos mapas onde está rolando a trama. E isso aconteceu e eu fiquei feliz. Felicidade que durou umas 7 horas de play, já que foi só cair no primeiro lago do jogo para voltar tudo ao normal e ter um monte de coisas para explorar. E é um monte mesmo, pois esse cara aqui tem tudo 3x maior que o anterior. Aff, não tem o que fazer gente, não consigo me animar com esse tipo de jogo. Não é para mim e o ranço vai ser sempre forte. Será que o aclamado Read Dead resolve essa minha sina? Fica a dúvida e quem quiser descobrir, só pagar o apoio que está na mão. Pois é, meti uma propaganda no meio do troço tamanha a minha má vontade com o game. Agora, se tem algo que não entendo é o pessoal reclamar que esse cara aqui não muda nada e é uma DLC do 2018. O que esse povo queria? Queria uma mudança de jogabilidade completa como foi dos Hack and Slashes para esse estilo Action RPG? Na moral, se vocês jogarem GoW 1, 2 e 3, vão perceber que é o mesmo jogo, só que mais refinado e com mecânicas novas a cada título. Nada super novo e nem deveria ser. Eu já disse e repeti que jogaria o modelo dos antigos para o resto da vida e se tivesse gostado desse estilo aqui seria a mesma coisa. Galera realmente quer revolução toda hora porra, que doideira. Não seja um idiota assim, tá bem? Até porque esse cara aqui tem um monte de coisas novas legais: como poder mudar a aparência das armaduras evitando carnaval de cores, uma nova lança chamada Draupnir que serve para quebrar paredes, ataques aéreos para aumentar a amplitude dos combates, decapitações para deixar sua avó chocada querendo levar um padre na sua casa, sistema de ataques elementais nas armas (ao apertar Y, pelo menos no controle do Xbox), encantamentos fora das armaduras para deixar mais simples o gerenciamento, novos meios de transportes (não falei, mas antes tinha só um barco, afinal é um RPG tem que ter montaria), novos modos de usar o gancho nas explorações (o gancho espero que estejam ligados do que se trata) e mais um monte de besteria que não anotei. Porra, tem até uma gameplay novinha só com o Atreus, que foca mais em combate a distancia e tem bullet time. O que também abre espaço para novos companions como os irmãos anões, Angrboda, minha amada Freya e outros que são spoiler. Sei que o Teteu é um mala, chato para caralho, queria afogar no rio, mas a play dele é legal e sendo mais direto ao ponto me agrada bem. Não que tudo seja luxo, já que tem umas mecânicas que não ajudam em nada, como a separação do XP entre Kratos, Atreus e Freya e a troca de dia para noite. Na moral, essas coisas aí só servem para gastar tempo da gente e podiam ter melhorado por exemplo o sistema de nível no lugar. Não me aprofundei antes devido ao tamanho que já estava o quesito play do 2018, mas gostaria de dizer que o sistema de nível desses caras é fora da casa. Sim, é um RPG, então temos níveis e atributos, por mais que me doa dizer isso. E o nível de Kratos sobe ao aumentar os atributos, que por sua vez aumentam com upgrades nas armas e armaduras. O que por sua vez faz os combates ficarem mais simples e você não morrer com um encostão. Sim, você vai ganhar XP, mas ele não serve para passar de nível e deixar os atributos de Kratos melhores, é ao contrário como expliquei. Sei que isso evita grind, mas se o nível de dificuldade do inimigo está atrelado nisso, seria muito melhor um sistema tradicional, que não te forçasse a ficar pegando pedrinha por aí. Não é que o sistema não funcione, só acho confuso e contra intuitivo. Ele é um RPG, que tenta esconder que é um RPG. Ou tem vergonha de ser. Porra, a parada já é uma cópia deslavada da série Souls, com inimigos dando especial e dando back step para fugir de ataques, não custava ter colocado aquela boa planilha de excel para nós RPGeiros sermos feliz. Quem sabe isso até me animava mais? Não, não ia, mas pelo menos ia ser mais honesto ao meu ver. Enfim, dei uns deciminhos a mais, por ser mais refinado e tals. No final, quero longe da minha vista e nunca mais volto. Ou volto, já que tem mais jogos anunciados pela Santa Monica. Inferno!!
NOTA: 1.5

Barulhama
Sigo sentindo falta do griteiro.
Pois é, aqui sim podemos dizer que não teve nenhuma mudança e ainda sigo achando o esquema paia. A trilha até consegue ser mais épica que a anterior, confesso, mas nada que me arrepie os cabelos do braço como a que toca na tela título do PS2 com Kratos com cara de poucos (ou nenhum) amigo. Sigo não conseguindo correlacionar essa trilha com algo nórdico, sabem? Às vezes no finalzinho vem uma coisinha, mas é muito pouco para me dar a sensação de estar enchendo a cara de Hidromel em uma cabana de toras com meus amigos desdentados que fedem a gente morta. Também não sinto vontade nenhuma de colocar meu cu na água gelada e ir atrás de terras melhores com meus amigos. Se dependesse dessa trilha, na moral, ia ficar em casa dormindo embaixo dos meus pelegos que ganhava mais. Essa trilha até dá para ouvir cortando uma lenha, colhendo uns grãos para fazer um mingau ou consertando aquele furo no telhado de palha. Agora, ir para treta, nah!! Fica para uma próxima.
NOTA: 2.0

Batom no Porco
É bonito, mas começou a ficar sem graça.
Calma, pera lá, não fique alvissareiro, não disse que a coisa é feia, disse que ela começou a ficar sem graça. São coisas completamente diferentes. O esquema ainda é bem bonito, tem novos mundos super vivos e a interligação dos mapas é absurda. Só comecei mesmo a achar a parada meio sem graça e até repetitiva. Dessa vez não conseguiram me impressionar com algum monumento, com alguma batalha épica e muito menos com momentos absurdos. Entendo tudo ser em tons frios devido ao Ragnarök, mas essa paleta cinza com azul na maioria do tempo me fez achar tudo sem sal. Um bom exemplo é quando chegamos em Asgard (leve spoiler, desculpem). Eu esperava chegar em algo majestoso, magnânimo, divino, mas cheguei em meio a um assentamento Noroeguês, Dinamarquês ou Finlandês. A muralha que protege o lugar é interessante e até impactante. Só que fica só nisso, já que seu arredor é totalmente sem graça. Porra a casa do Deus dos Deuses é uma cabana de teto de palha!! Faltou uma grandiosidade, sabe? Assim como faltou grandiosidade para retratar a suposta guerra, que só aparece no final do esquema. Era para terem colocado mais batalhas e menos novela, na moral. E já que estou reclamando, nada haver colocar o povo de Freya como índio também. Gente, é mitologia nórdica, para de lacrar e deixa para colocar a turma de pés descalços, roupa desfiada e penas nos cabelos no God of War Ameríndios. Só não me passei no decréscimo da nota, pois gostei bastante da remodelada que deram no menu de gerenciamento. Mesmo não tendo acesso rápido ao mapa agora, consegui me achar bem mais no menu da forma que foi agrupado aqui. Detalhe pequeno, eu sei, mas não queria terminar o quesito que sempre achei ponto chave dessa série com algo negativo. Foi mal, mas realmente achei um trabalho qualquer nota esse estilo artístico, ainda mais comparando com os trabalhos anteriores.
NOTA: 1.7

Fator Nostalgia
Primeiro inédito.
É, vejam só, esse cara aqui é o primeiro jogo que nunca havia tido contato antes do post. Sabia de sua existência obviamente, mas nem gameplay na internet puxei para ver. Acho que já deu para perceber que perdi bastante o ânimo com a série quando tomaram o caminho de ser um RPG de exploração. Sei que estou parecendo disco arranhado, se é que alguém ainda sabe o que é um disco hoje em dia, mas estou sendo sincero quando digo que não curto o que God of War se tornou. Tanto que não fiquei empolgado com o Laufey e fiquei até com medo desses remakes que estão sendo desenvolvidos. Vou jogar essa palhaçada toda, claro, só não me pede hype que não vai ter.
NOTA: 0.0
Por que perder tempo com essa bosta?
Bem, aqui é simples, se você gostou do 2018, vai gostar deste e por consequência valer a perda de tempo. Ele é aquele tipo de sequência do mais e maior, com uma trama meio bunda, mas com uma gameplay bem mais refinada. Repito, curtiu o anterior, vai curtir esse ainda mais. E vai perder ainda mais tempo por sinal, já que vai ter muito mais mapas para catar pedrinhas brilhantes e lutar com inimigos de cores roxas. Sei que não sou convincente quando digo, mas a parada é boa sim e diverte bastante quem gosta de entrar em um namoro virtual com um vídeo jogo. Eu não gosto muito, o que é uma puta hipocrisia, já que tendo a casar com JRPG sem problema, mas até aí, cada um com os seus problemas, vícios e manias. Nada de julgamentos por aqui. Ou melhor, podem julgar, só não imputem nenhum crime que aí já é palhaçada de gente tonta.
Por que não perder tempo com essa bosta?
Tirando da frente quem, assim como eu, não gosta desse estilo de jogo, podemos dizer que não vale a pena se você espera algo inovador. O que é um absurdo ao meu ver, como já disse antes, mas vai saber. GoW Rag é uma sequência e pega o jogo base como ponto de partida. Não muda o combate, não muda o modus operandi, não muda o jeito de contar sua história e não muda o núcleo dos personagens. Quer algo totalmente diferente, vai na bosta da DLC que vou comentar abaixo, que aí vai ter um prato cheio.
DLC’s
Sim, não me bastava o game base ser esses mundo aberto cheio de side-quest e me lançaram um modo Roguelike para essa porra. Exato, God of War Valhalla é um modo roguelike que usa o estilo de combate do game base e trata de uma dúvida que Kratos tem após os eventos do Ragnarök. Que não vou comentar qual é, por ser um puta spoiler, obviamente. Vou deixar para puxar treta com quem gosta desse estilo quando pegar um jogo inteiro e só dizer que o esquema aqui é repetir, repetir e repetir mapas até Kratos receber a orientação de seus anseios. Como é roguelike, segue naquela pegada de perder tudo depois de uma run e ir evoluindo coisas permanentes para poder ir chegando cada vez mais longe. Algo que não fiz, já que passei reto só jogando por uma horinha, para ver do que se tratava a coisa.
Avaliação da Playada
| Tempo de Jogo | 44:11:46 (3 horas a mais que o anterior que jurei que eram umas 15 na verdade) |
| Save State | 0 |
| Detonado | 0 |
| Trapaças | 0 |
| Game Over | 18 (a maioria para leves besteirinhas que não entendi como resolver a tempo) |
| Zeramento | sim |
| 100% | não lista: Zeramento no Não quero Piedade (oxi, é tudo que quero) Zeramento no Quero um God of War (isso aqui até me ofende) Todos os Favores (Não catei os corvo, não peguei os largatos e nem matei os esprito, se ferrar) Todos os Trabalhos (trabalho já basta o meu) Todos os Artefatos (passou batidos uns, confesso) Valhalla (como disse, passei reto) |
| Resultado |
Avaliação do Querido
| Lorota | 1.3 |
| Playada | 1.5 |
| Barulhama | 2.0 |
| Batom no Porco | 1.7 |
| Fator Nostalgia | 0.0 |
| Total | 6.5 |
| Dificuldade | aqui a parada é mais suave e até os desafios são mais tankeveis |
| Resultado | |
| Conclusão | segue sendo um jogo bom, meio pouco falado por aí, mas que segue não sendo do meu agrado |