
SD Gundam Gaiden: Knight Gundam Monogatari 2
SD Gundam Gaiden: Knight Gundam Monogatari 2 é a continuação do Knight Gundam que eu trouxe a um tempo atrás para o blog. Sim, esquece aquele Lacroan Heroes que posso ter dito que era a sequência, pois a sequência é esse cara aqui. Ah, não vem me julgar, vai você entender o que é continuação do que, o que liga com o que, nesse monte do jogo de robô gigante aqui!! Te tomar no teu cu!! Eu tenho que jogar esse monte de tranqueira e ainda tenho que trazer as informações apuradas? Querem o cu e ainda querem raspado? Se bem que esse game aqui não é essa tranqueira toda. É aquele JRPG aos moldes de Dragon Quest, que eu particularmente gosto, sem muita nojeirada. Estar em Japonês dá uma puta atrapalha e colocaram um monte de sacanagens para inflar a dificuldade do jogo, mas ainda é o básico que me agrada. Entendo a turma não curtir nos dias de hoje. O troço é mais duro que pau de mendigo. Mas para mim, que já jogou coisa pior e ainda pagou, um maninho desses aqui é muito bem vindo. Às vezes precisamos dar uma respirada, se não a hemorroida vem como um verme de areia de Duna. Aff, e como doi!!
Ficha Técnica
| Publisher | Bandai (mantendo padrão, não tem porque mudar) |
| Desenvolvedor(es) | TOSE (que é mensagem subliminar para quem tem pets peludos) |
| Diretor | Hiroshi Ogino (acho que é o mesmo do outro) |
| Produtor | Toshihiro Suzuki |
| Designer | Shinsaku Shimada Masayuki Takahashi Jiuoyushimajita Kaiketsu Kuronda (precisava essa gente toda não) |
| Artes | Shinsaku Shimada Masayuki Takahashi |
| Músicas | Sal Hayashi Sakakibara |
| Plataforma | Famicom (Sim, só Japão) |
| Lançamento | 12 de outubro, 1991 |
Resumão para não ficar perdido
Após o que rolou em monogatari 1, Amuro sai por aí procurando treta e a encontra no reino de Algus, na região de Noah. Isso porque Algus está envolvido em uma longa contenda contra o império Munzo, que está sendo financiado secretamente pelas forças filha da puta de Zeon, os nazistas do espaço. O reino é protegido pela Ordem de Cavaleiros de Algus, formada por três tropas: a cavalaria, liderada por Zeta Gundam; tropa de guerreiros, comandada por Double Zeta Gundam; e a tropa de artilharia, liderada por Nu Gundam. O comandante da porra toda, Alex, já cansado da patifaria decide agir sozinho contra o império Munzo, mas acaba se fudendo e sendo capturado durante a missão. Com ele desaparecido, as três tropas recebem a missão de resgatá-lo e se possível de quebra parar a treta, algo que o mano não fez. Nesse ponto Amuro acaba se envolvendo no conflito e passa a dar uma mãozinha para os 3 gundams. E o Knight Gundam? Bom, ele entra mais para o final da coisa, é meio irrelevante, mas pelo menos tem 3 transformações novas, incluindo uma de Dragão da Puta que me pariu. Sim, a história meio que não é dele agora, mas ele ainda segue sendo o personagem mais apelão de todos, então vale o nome dele estar no título.

Lorota
Habemus mais história.
Aqui vai ser levemente poupa tempo, pois não tivemos muita evolução em termos de narrativa. A coisa ainda é dicotomia bem contra mal e existe para irmos para frente. Acabou ganhando mais uns pontinhos, pois tem de fato mais corpo que o anterior. Os companheiros de pancadaria agora são mais do que apenas lacaios, Amuro tem uma evolução na sua jornada e temos uma lore levemente mais complexa sobre o Clã Gundam. Nada espetacular, obviamente, ainda mais sabendo que daria para pirar muito na batatinha em um mundo onde temos humanos e Gundams juntos e misturados. Imagina como seria foda ter toda uma discussão sobre IA’s nesse contexto? Sobre como os robôs cabeçudos se integram na sociedade? De como quem tem eles ao seu lado tende a ser mais poderoso? Maneiro né? É, pena que não temos nada isso. Temos um Dragon Quest medieval onde vamos matar o lorde demônio para restaurar a paz e nada mais. Funciona, mas não sai desse patamar. Nem espero que saia devido a época, mas ainda temos jogos dessa subfranquia pela frente. Vai que eu me surpreenda? Por hora, fica no meia boca, pois é o que a casa oferece.
NOTA: 1.5

Playada
Agora pude dar a nota verdadeira.
Graças a God, aqui não tive nenhum percalço e não perdi 20 horas de progressão a toa. Os manos ajustaram bem esse lance do uso dos itens e nem podemos inventar de vender itens chave. A única tretinha que tive, é que os 2 slots de save (sim agora também temos essa melhoria) não funcionaram. Não sei o que deu. Se foi algo na rom, no meu Famicom Plus ou outra coisa. Só sei que não consegui salvar meu progresso no jogo de forma normal. Minha sorte é que o Save State está aí para nos ajudar e pude usar ele no lugar. Sim, sim, só usei ele nos reais pontos de salvamento e não fora, se não era 0 no quesito zeramento. Quê, não estão acreditando? Poxa, quando eu fui desonesto com vocês? Não me respondam, mas confiem que não trapaceei. Até porque o game é mamão com açúcar de tão tranquilo. O anterior já era bem de boas e aqui não é diferente. Ainda mais com as novidades como o acampamento que permite restaurar HP em qualquer ponto da dungeon mediante a poder ser emboscado por monstros, equipamentos e itens compartilhados pela party, não desperdiçar o golpe se o inimigo morreu, seguro de vida que faz você apenas perder dinheiro quando morre (algo que não usei), poder chamar um personagem para dar suporte (tipo uma summon), recuperação de HP/MP ao passar de nível (algo que acho que já tinha), mode automatico para facilitar o farm e ataque concentrado em um inimigo para as lutas serem mais rápidas. Eles tentam colocar um monte de filha da putagem para ter uma dificuldade artificial como alta quantidade de emboscadas, inimigos que atacam várias vezes, alta taxa de erro, baus de tesouro que não tem porra nenhuma dentro e inimigos que removem os equipamentos dos nossos robôs, mas nada disso deixa a parada dificil. Deixa menos divertido, mas não filha das trevas como um Dragon Quest 2 da vida. O que torna na minha visão a coisa muito legal. Porra, as vezes o básico também é efetivo e o suficiente para umas horas de alegria. Nem tudo precisa ser super complexo e cheio de mecânicas. Às vezes a gente quer um looping bem feito dentro de um tempo X de repetição que não o torne um porre. Tipo, aqui dava para tirar toda a mecânica de cartinhas (que volta do 1) e de skills que usam HP, que ninguém ia sentir falta. Só o JRPG raiz, rústico e com pouco esmero já estava mais que o suficiente. Só não meto-lhe um 2.5, pois iria ser muita audácia e o jogo ainda tem coisas para melhorar. Porra, todo o gerenciamento de itens, status dos personagens e equipamento é uma dor no ovo. É uma entraçada de menu que não tem como deixar passar. Ainda sim, ao meu gosto, a parada cumpre o dever e é divertida.
NOTA: 2.0

Barulhama
Seguiu dureza.
É, aqui não tem como passar pano, pois a coisa além de não ter nada que lembre minimamente a saga Gundam, continua sendo difícil de manter por muito tempo. Poxa, preferi escutar podcast sobre lacração em Lanternas (série da HBO), entrevistas dos maravilhosos candidatos a nossa presidência e mesacasts com pessoas que não trazem nada de bom para a humanidade, do que deixar esse esquema rolando no talo. Desculpem, sei que estou sendo escroto, injusto e pau no cu, mas não consigo aturar a barulheira que eram essas trilhas sonoras do NES. Sei que tem coisas fodas como as trilhas de Megaman, de Dragon Quest, de Final Fantasy e até de Ys, série que estou cobrindo aqui, mas não dá. Eu coloco o fone e é papo de meia hora para estar com o cu coçando querendo puxar o celular como segunda opção. Sorry, mas não consigo vir aqui e mentir dizendo outra coisa para pagar de cult. Se quiserem isso, aconselho ir atrás da IGN, da Voxel e afins.
NOTA: 0.5

Batom no Porco
Hummm…
E se eu dissesse para os senhores que os caras perderam a mão legal aqui nesse estilo artístico vocês acreditam? Pois é, os caras deixaram tudo muito pior do que o anterior e tudo que elogiei foi para o cacete. Ele é muito mais colorido e vivo que o anterior, mas tirando isso, meus manos, que trabalho qualquer coisa. Não temos mais abertura, ceninhas de recap e temos muito menos cutscenes que antes. Sem falar que as cutscenes que temos ainda usam aquele recurso de piscar a tela loucamente, que é para a gente virar retardado a qualquer momento. Um desrespeito visual tremendo. Porra, nem mesmo os sprites ficaram bons. Os inimigos que antes eram robôs, agora são só monstros genéricos de RPG. Ainda tem uns aqui e ali, mas na maioria não temos aquela inventividade do título anterior. Além de ter um palette swap agressivo, que é papo do monstro trocar de cor em 2 passos de distância. Caraca, tinha dado uma nota super exagerada para o esquema e ele me traiu assim na cara dura. Dá vontade de voltar lá e tirar o 2.5. Só não faço, pela preguiça, mas que cabia, cabia.
NOTA: 1.3

Fator Nostalgia
Me pegou pouco.
Confesso que nesse game tive pouco daquele sentimento nostálgico do primeiro. Eu atribuo isso principalmente ao que comentei a pouco no quesito artístico, mas também pode ser que tenho menos apego aos personagens de Zeta e Double Zeta. Assisti ambos os animes, mas lembro muito pouco das tramas deles e menos ainda dos personagens. Lembro do Camille tomando tapa na cara que nem prostituta toma de brigadiano, mas no mais nada. Não iria tirar pontos de nostalgia de qualquer forma, mas achei interessante comentar. Se alguém aí ama esses dois animes, escreva nos comentários, pois eu de fato nunca vi alguém que de fato é fã deles. Não fiquem envergonhados, sei que vocês existem e só estão escondidos. Ninguém vai julgá-los. Ou vão, vai saber, tem gente xingando os outros na internet por muito menos.
NOTA: 0.0
Por que perder tempo com essa bosta?
Aqui segue naquelas: ou porque é fã de JRPG ou porque é fã dos animes. E dizer que sendo fã de JRPG ainda pode ser complicado. A parada me agrada, mas é muito rústica para a maioria das pessoas. O esquema é grind para ficar forte, ir até as cidades para descobrir o que fazer, ir nas catacumbas para sentar a chibata em um vilão e repete até finalizar. Tem o lance das cartas, mas se você quiser um pouquinho mais, não vai ter. Só vai se você curte um RPGzinho de corpo peludo, pois isso aqui é raiz até dizer chega.
Por que não perder tempo com essa bosta?
Porque não temos nenhum atrativo além do que comentei acima. Como já disse, para mim está suficiente e me diverte, mas sei que geral não é assim. Mesmo dentro dos RPG’s raízes do início do estilo, a gente tem coisas melhores que esse carinha. Pegar um Dragon Quest, um Final Fantasy, um Megami Tensei dessa época, provavelmente vai ser mais divertido que pegar esse mano. Não estou garantindo, pois a coisa também era cabeluda para aqueles lados. Só acho que lá vocês vão encontrar mais variação do que nesse carinha aqui. Que é simpático, mas não tem sustância.
Avaliação da Playada
| Tempo de Jogo | 27:50:00 (aproximadamente, pois como de costume, não temos um timer) |
| Save State | 0 (mas tem aquele ponto que comentei antes) |
| Detonado | 1 (mas confesso que olhei lista de armas e conferi se tinha entendido certo algumas dicas) |
| Trapaças | 0 |
| Game Over | 0 |
| Zeramento | sim |
| 100% | não Todas as Cartas (aqui não gasta ao usar, só se perder, mas não anotei novamente) |
| Resultado |
Avaliação do Querido
| Lorota | 1.5 |
| Playada | 2.0 |
| Barulhama | 0.5 |
| Batom no Porco | 1.3 |
| Fator Nostalgia | 0.0 |
| Total | 5.3 |
| Dificuldade | aqui nem grind precisa, super tranquilo |
| Resultado | |
| Conclusão | mais um jogo simples e sem muita firula, que consegue divertir se você levar em conta sua época |