
God of War (2018)
God of War (2018) é um jogo de ação com elementos de RPG, lançado originalmente para PS4 e que dá sequência às aventuras do esmigalhador de briocos divinos, Kratos, que agora está zoando toda a mitologia Nórdica. Pois num é que chegamos no Kratos pai triste para a minha tristeza. Já vou tirar o efalante da sala e dizer que não gosto nadinha dessa mudança de gameplay que foi feita aqui. O jogo não é ruim, diverte em uns vários momentos, tem um refinamento gigante, mas eu ainda queria um hack and slack onde o que importa é mesmo apertar botão de qualquer jeito. Imagino que seria difícil combinar esse clima mais pesado da trama com um estilo de gameplay mais frenético. Mesmo assim, continuei até o fim sentindo falta do velho Kleytão que matava tudo que passava na sua frente, não importando o tamanho. Coitada da tal Jormungand se tivesse pegado nosso mano no auge. Ia ser espetinho de cobra para acabar com a fome da África. Sim, já viram o que vai ser esse post, né mesmo? Uma viúva dos antigos GoW’s chorando de todas as formas. “Ah, mas os jogos antigos estão lá para você jogar!”. Sim, estão e eu queria mais deles. Porra, falei umas várias vezes que jogaria esse tipo de jogo até o final da minha curta vida – não sou muito regrado – e não estava de zoeira. Sei que reclamei bastante do Ascension, mas ainda prefiro ele do que esse cara aqui. O famoso Goty de 2018, não me pega e desculpa se minha sinceridade ofende vocês.
Ficha Técnica
| Publisher | Sony Interactive Entertainment (tivemos uma troca de nome fantasia aqui ou estou doido?) |
| Desenvolvedor(es) | Santa Monica Studio |
| Diretor | Cory Barlog (quase Balrog) |
| Produtor | Brian Westergaard Elizabeth Dahm Wang Sean Llewellyn Chad Cox Eric Fong (tudo na minha blacklist) |
| Designer | Derek Daniels |
| Artes | Rafael Grassetti (é do BRASILSILSIL!!!) Nate Stephens Luke Berliner John Palamarchuk Timo Pihlajamäki |
| Músicas | Bear McCreary |
| Plataforma | PS4 PS5 PC |
| Lançamento | PS4 – 20 de Abril, 2018 PC – 14 de Janeiro, 2022 |
Resumão para não ficar perdido
Nossa putaria da vez acompanha mais uma vez Kratos. Que depois de ter zaralhado todo o Olimpo resolve ter uma vida mais tranquila e silenciosa nos longínquos países do Norte. Onde se casa novamente com uma mulher chamada Faye e tem novamente um filho, que fica conhecido como Atreus. Ele até consegue viver uma vida longe dos perigos divinos durante uns anos, mas isso acaba com a morte de Faye, que pede que suas cinzas sejam jogadas no pico mais alto dos 9 reinos como último pedido. Algo que parecia ser uma jornada bem de boas, mas que acaba virando um inferno gelado para pai e filho, que tem que tentar se entender ao longo do caminho, enquanto enfrentam criaturas vindas diretamente do inferno, ou melhor, diretamente de Hel. É, o negócio era para ser tranquilo, mas a jornada vai guardar poucas e boas, já que nossa dupla vai encontrar muitos perigos, conhecerem dois irmãos anões ferreiros que estão brigados chamados Brok e Sindri, vão conhecer uma misteriosa bruxa da floresta chamada Freya, vão conhecer o homem mais inteligente do mundo chamado Mimir – ou pelo menos sua cabeça – e vão ser perseguidos implacavelmente por dois filhos de Thor (Magni e Modi) e o imortal filho de Odin, Baldur. O que Odin quer com nossa dupla? Kratos vai conseguir manter seu segredo? Atreus vai despertar sua pelo menos meio divindade? Tudo isso e muito mais, vamos encontrar nessa trama aqui, que foca muito no relacionamento de pai e filho. Ainda mais se tratando do pai mais pistola e carrancudo que existe. Se você acha o seu coroa bruto, imagina ser filho do cara que matou toda a mitologia Grega como se fosse nada?

Lorota
Claro que ia dar merda…
Que ideia de girico é essa também que o Kratos teve? Era só ele ter lido aquele livro do canceladíssimo Neil Gaiman para saber que não era uma boa ir procurar abrigo nos gelados países Nórdicos. Caralho, será que esse maluco achou mesmo que Odin, aquele que vê tudo e sabe tudo, não ia perceber que um Deus estrangeiro estava nas suas terras? Porra, ainda mais se tratando de Kratos que tem Aura de mais de 8 mil!! Bem, tirando esse vacilo, melhor a gente focar em discorrer sobre a trama, já que ela é um dos pontos fortes da coisa toda. Manos, o que é feito aqui é outro nível. A parada sai de um cara puto querendo vingança, para uma road trip de descobrimento interior com relacionamento de pai e filho. Eu ia ser maluco, doido do meu cu, se viesse aqui falar que a história desse God of War é ruim. A parada é o fino do fino. Ela é reflexiva quando tem quer ser, é emocionante quando tem que ser, puxa na nostalgia quando tem que puxar e ainda segue sendo uma jornada super épica, agora dentro de uma outra mitologia, que tem suas particularidades. Sério, teve uma hora que meus olhos realmente ficaram marejados, algo que não imaginei que ia acontecer. No começo você acha que o Atreus vai ser só uma criança chata, mas ao passar do tempo você se importa mesmo com o moleque como se ele fosse seu filho. Sério meus amigues, aqui todos os personagens são bem desenvolvidos, tem personalidade e algum dilema interessante. Meu destaque vai para a dupla de anões ferreiros que servem como loja de upgrades, Brok e Sindri. Caraca como esses dois são personagens legais. Um é rabugento, marrento e super sarcástico, enquanto o outro é cheio de manias de limpeza e super certinho. Ambos se complementam de uma forma que os tornam uma das melhores duplas do games. Também gosto da Freya, do Mimir, do Baldur e até mesmo dessa cobrona que mal fala, só o destaque é mesmo a relação de Kratos e Atreus e a dupla de ferreiros. Só não dei nota máxima, pois teve algumas coisinhas que realmente me incomodaram e que não consegui deixar passar. Poxa, acabei de acompanhar uma saga inteira de um cara que era super afetuoso com sua filha, para chegar aqui e ele maltratar o filho de uma forma super exagerada. Sim, Kratos matou Calíope, mas lembrem-se de que ele estava sendo enganado por Ares e tirando isso ele sempre demonstrou ser amoroso e carinhoso com a mocinha. Não digo que ele não ame Atreus, até porque ele demonstra isso várias vezes ao longo do jogo, digo que a forma que ele trata o “Garoto” que não condiz com o personagem que vi. Eu entendo ele estar sendo mais duro e até sendo mais protetor para não rolar a mesma coisa que rolou com Calíope, mas ficar humilhando o moleque não me parece uma atitude que ele teria. Ainda mais que o moleque não é merdeiro e sempre tenta agradar Kratos. Ou pelo menos até descobrir que é filho de um Deus, que aí nesse momento ele vira um bosta. Algo que inclusive é outro ponto que me fez tirar nota aqui. Manos, a divindade sobe a cabeça desse menino de uma forma inexplicavel. Um dia ele quer ajudar todo mundo, é passar um espírito na sua frente pedindo para entrar em um covil de monstros devoradores de cu, que ele vai. Aí descobre que é um Deus, fodasse tudo, todo mundo é mosca e deve ser morta. Caralho, entendo que o poder pode corromper as pessoas, mas dessa forma abrupta já passa do ponto. Esse trecho é muito bem desenvolvido e as consequências fazem a trama andar, também entendo que Atreus é jovem e inconsequente, mas ainda achei que essa mudança foi muito rápida levando em conta a personalidade estabelecida para nosso maninho. Bem, sei que parece pouco e já deixei coisas piores passar, mas aqui a principal proposta é a trama, então tenho que ser mais criteriosos, sacam? Não, não estou punindo o jogo, só porque não gosto da play, eu nunca faria isso!! Nunca!!
NOTA: 2.2

Playada
Tem tudo o que eu não gosto.
E chegamos onde vou ser xingado na internet e não saber nada de videojogos vai ser o mínimo que vão me acusar. Fazer o que se eu chego querendo um Hack and Slash e tomo um Action RPG estilo Dark Souls na cara? Sim, depois de todo esse tempo de lançamento, eu já sabia do que se tratava a coisa, só ainda fico chocado pensando na mudança tão drástica. Para mim, temos aqui um puta jogo, mas não temos um puta God of War. Sim, sou o chato que reclama quando as franquias mudam assim e nada vai fazer eu perder esse meu lado “conservador”. Vou elogiar o que tem que elogiar e criticar o que tem que criticar, mas isso aqui nunca vai ser um God of War para mim. Se fosse um spin-off até relevava mais, mas como segmento de franquia, aí me pega no coração. Então quer dizer que eu dei nota merda por causa disso que comentei? Não, dei nota merda, pois esse cara tem tudo o que não curto nos jogos atuais. Tirado da frente todo esse meu desapreço pela mudança de play, agora vamos falar do jogo em si. God of War 2018 para mim é algo que gosto de chamar de “jogo moderno”. E o que isso quer dizer? Quer dizer que o jogo vai querer se casar com você, o que se resume em horas e mais horas de play. Ele deixa de ser um jogo direto ao ponto como os anteriores e abre um mundão aberto para você ir caçando loot por aí. Tanto que agora para meu desprezo temos o famoso mapa cheinho de ícones. E o que a gente pode pegar nessas caçadas você se pergunta? E eu lhe digo: Hacksilver (que é o dinheiro do jogo usado para comprar itens), armaduras (sim, RPG, então tem peitoral, manoplas e cinturão com níveis), melhorias para as armas, habilidades rúnicas (especiais), runas encantadas (para aplicar nas armas e armaduras e ganhar vantagens), baús com upgrades (vida e barra de fúria) ou simplesmente quests para ganhar XP (que pode ser usado para melhorar especiais e na skill tree que não podia faltar). Ou seja, tudo que qualquer jogo atual tem para fazer o jogador moderno ficar imerso e que eu odeio. Sério meus amigos é pegar um jogo desse tipo que já fico cansado. A sorte é que de fato o combate, que é outro ponto que mudou para caceta, é bem divertido. Sai a câmera cinematográfica e entra a over the shoulder, pois aqui os combates vão ser mais cadenciados como nos benditos Souls Likes. Tanto que aqui, como é padrão, podemos travar a mira nos inimigos. O negócio aqui não é apertar quadrado, quadrado e triângulo que nem maluco, mas cercar o inimigo e desferir golpes de longe ou de perto com o Machado Leviathan, que é a arma principal de Kratos no game. Até tem uma outra, mas como é spoiler é melhor deixar quieto no machado. Não vamos ter a bosta da barra de stamina (Amém), mas você vai sim ter que esquivar em momentos oportunos ou dar parry com escudo, como de costume. É cadenciado a coisa, como já disse. E o Teteus onde entra? Por incrível que possa parecer, entra como uma luva nesse combate mais estudado. Ele taca flechas com seu arco mágico, faz invocações, dá mata leão nos bichos e o principal, serve de isca. Sim, parece meio escroto, mas nosso mini Kratos serve principalmente para tirar o foco do pai, ainda mais quando a coisa fica congestionada de capetas. Super, mega, hiper útil e longe a melhor IA que eu já tenha presenciado como companion. Claro, ele também ajuda a resolver puzzles e faz anotações em seu diário para ajudar no bestiário e na lore, mas acredito que a função dele no combate é o diferencial. A única coisa que senti falta mesmo no combate, foi os pulos. Pois é, aqui os pulos e parkures ficaram muito mais cinematográficos e perdemos aquela fluidez no movimento. Agora sim ficou 100% Uncharted da vida. Lado bom que não tem mais queda para morte. Outra coisa que tiraram foi os QTE’s, que até acontecem de vez em quando, mas não são ponto focal. Pelo menos ainda seguimos com as finalizações brutais, que agora inclusive tem uma barra que mostra o quão perto o inimigo está de ficar atordoado para ser finalizado, que é uma mão na roda. Algo que também seguiu e é uma mão na roda, é a explosão de fúria, que agora além de ser um ataque forte também recupera HP. Enfim, poderia ficar aqui o dia todo falando de sistemas que temos no game – como a lojinha dos anões que faz up e dá para forjar armaduras -, mas acho que já deu para perceber o meu ponto. Esse game aqui tem coisa pra cacete para ser feito, como se não existisse nenhum outro jogo no mundo. Falo sério quando digo que não curto esse tipo de jogo. Sei que essa não é uma opinião comum, mas fico realmente de má vontade quando vejo que um jogo quer se casar comigo. Imagino que todo mundo saiba das malditas Valquírias que tem nesse jogo (que obviamente não tive capacidade de matar) e elas são um exemplo clássico do que estou falando. Elas são chefes opcionais desafiadoras que vão fazer quem quiser derrotá-las não só ter que farmar que nem maluco para ter melhores equipamentos, quanto perder horas e mais horas de play para aprender seus padrões de ataque. Sério, a última delas, que usa as mecânicas misturadas das outras 7 é de um nível de babaquice que nunca tinha visto. Com bastante treino dá para matar a bicha, mas quanto tempo vamos levar para conseguir isso? Sério, vou gastar 100 horas de treino para receber o que no final? Um troféu? XP? Grana? Um item de cor amarela? E para que? Sendo que a gente consegue recurso para caceta e nem tem uso? Eu terminei o jogo com 300K de XP e Grana e sem onde enfiar. Na moral, comigo não rola jogo desse tipo e esse é o motivo da nota média. Se o jogo não tivesse esse monte de coisas secundárias e fosse mais direto como os anteriores, eu não teria achado tão ruim. A gameplay é bem divertida sim, o problema para mim é o cansaço. Sim, dá para ignorar e só jogar a campanha, mas eu tenho TOC e não consigo largar tudo simplesmente como se não existisse. É uma dor deixar quase 30% do game de fora para mim e aí acabo entrando nesse dilema nos tais “jogos modernos” que comentei. O que faz eu pegar um desgosto meio fora do normal. Sim, desculpem, mas prefiro games mais direto ao ponto, com algumas poucas sides que me deem bons recursos, como foi no recente comentado Chrono Trigger.
NOTA: 1.3

Barulhama
Senti falta do griteiro.
Sim, vou ser hipócrita aqui na cara dura e não me segurem. Reclamei bastante da repetição da trilha Grega nos últimos posts, para vir aqui agora e dizer que senti falta dela. Na verdade, não é que senti falta, já que ela aparece aqui em uns momentos, o que senti mesmo é que essa trilha atual não é marcante como era a Grega, que parecia mais original. A trilha atual é boa para caramba e encaixa bem, mas confesso que não é tão memorável quanto a outra. Ela não passa um sentimento de algo Nordico e tem alguns pontos que pareciam mais trilha de Mass Effect ou Prince of Persia, que algo no mundo gelado mais ao norte. A ambientação com sons de corvos, peixes e outros bichos do meio do mato é sensacional, mas a trilha em si achei meio qualquer coisa. Agora na dublagem, tenho que tirar o chapéu, pois os caras se puxaram. Joguei 100% na nossa lingueta e a parada é feita com um profissionalismo quase de filme. Sei que já tinha outros games com essa mesma qualidade de dublagem antes desse cara, mas esse é o primeiro que trago aqui que o esquema é um destaque. Achei meio anacrônico o jeito que o Mimir fala, mas no geral a coisa é boa mesmo. KKK, o “Cabeça” mete uns “Bicho” no final das frases que parece que estou escutando um paulista e não o cara mais inteligente do mundo, mas a gente releva pelo contraste da licença poética.
NOTA: 2.0

Batom no Porco
É bonito, mas repete muito.
Eu seria desonesto se viesse aqui e dissesse que o estilo artístico deste game é ruim. Porra, ainda é God of War, e mesmo com uma ambientação mais cinzenta, que inclusive casa com a proposta, ainda estamos falando de algo épico. É você sair para o Lago dos Nove (o mundo aberto) para tomar um choque com a grandiosidade da coisa. Você visita cada lugar que é coisa de maluco e que quebra cabeça que deve ter sido fazer o mapa funcionar com água, sem água, destruído e reconstruído. Nesse ponto os caras não erram nunca e é de deixar a gente de cu piscando saber que vai viver nesse mundo por um tempo. O foda mesmo é que temos uma repetição aqui que me incomodou. Caramba, tive a sessão de que enfrentei as mesmas caveiras, lobos, lobisomens, trolls e macacos gigantes durante as minhas mais de 40 horas de play. Eles vão trocando de nível, estilo de ataque e cores, mas são os mesmos inimigos. Cadê os bichos gigantes para a gente trucidar? A parada se passa no norte e a gente mata um dragãozinho só – que inclusive é uma luta muito foda – e nada mais? Poxa, faltou mesmo mais inimigos e batalhas épicas. O jogo em alguns momentos inclusive, parece muito menos jogado do que os anteriores. Mesmo que só apertando sequência de botões, a gente parecia estar mais no comando que aqui. Ainda é legal, bonito e foda para caceta, mas faltou um pouco mais de variedade. Antes de encerrar o quesito, também queria fazer uma confissão aqui: Não gosto desse design do Kratos!! Puta, acho que nada combina nessa nova versão e não consigo esquecer disso. Não sei bem o que é, mas ele me causa uma estranheza. Não sei se é barba, a cor cinza, as tatuagens vermelhas, a roupa, não sei, mas ele para mim não combina. Ainda mais se a gente pegar armaduras de sets misturadas. Aí o cara parece que saiu para o Carnaval de rua da minha cidade. Não tirei nota por isso, só queria mesmo me confessar. Se mais alguém acha isso, sinaliza aí nos comentários, pois nunca vi ninguém reclamando disso até hoje. Saiu a foto da série e nego reclamou um monte, mas ninguém foi para essa minha linha de pensamento, então sigo solitário. Se der bastante gente pode ser que eu crie um grupo para isso: “Gente que acha o Kratos Nórdico esquisito”.
NOTA: 2.0

Fator Nostalgia
Umas 3 horinhas.
Para não dizer que não joguei esse jogo, eu peguei ele por umas 3 horinhas na casa de um amigo depois de ter tomado um caminhão de coisas alcoólicas. Sendo assim, não vou ter a pachorra de vir aqui e tirar pontos do cara. Vi umas gameplays aqui e ali, vi gente reclamando das benditas Valquírias e sabia o maior spoiler do game (quem é o Atreus), mas jogar ao ponto de fazer uma resenha, só agora. Então seguimos sem deduções relevantes.
NOTA: 0.0
Por que perder tempo com essa bosta?
Porque é um bom jogo nos modelos atuais da indústria. Tanto que ganhou jogo do ano e parece mesmo ser merecido (não joguei RD2, para ficarem cientes). O meu gosto pessoal não pode ser levado em consideração quando falamos de qualidade. A parada é muito bem feita e vai trazer boas horas de diversão, só não casa mesmo comigo. Ter que ficar correndo atrás de loot por aí não é algo que eu curta tanto em jogos de ação. Acho que cabe em RPG’s por serem mais cadenciados, mas aqui queria mesmo era ver a trama, que é excelente, e ir evoluindo meus personagens com o que aparece no caminho sem precisar se importar tanto com coisas secundárias.
Por que não perder tempo com essa bosta?
O único motivo que vejo é, se você assim como eu, não curte esse estilo de game que descrevi. E mesmo assim, você pode simplesmente seguir a campanha e esquecer tudo. Vai ficar fraco e tomar um suador para matar os inimigos? Vai e vai ter que ter bastante paciência, mas ainda dá para seguir. Volto a repetir que o jogo é muito bom e não faz sentido não pegar ele para pelo menos ver qual é. Ainda mais agora que está no PC e com um valor bem acessível.
Avaliação da Playada
| Tempo de Jogo | 41:54:00 (um puta de um salto levando em consideração os jogos até agora) |
| Save State | 0 |
| Detonado | 1 (estava com sono e não achei uma runa que destrancava um baú) |
| Trapaças | 0 |
| Game Over | 19 (a maioria para Valquírias e inimigos over level) |
| Zeramento | sim |
| 100% | não lista: Zeramento no Quero um Desafio (já basta a vida) Zeramento no Quero um God of War (achei que já estava com um) Todos os Trabalhos (uns desafios que caguei, pois só dá XP) Todos os Favores (um era matar as Valquírias, então…) Mapas do Tesouro (fiquei com preguiça até de ver na net) Muspelheim (desafios de combate, nem falo mais nada) Niflheim (desafios roguelike, nem falo mais nada de novo) Valquírias (tenho tempo para isso não moço) |
| Resultado |
Avaliação do Querido
| Lorota | 2.2 |
| Playada | 1.3 |
| Barulhama | 2.0 |
| Batom no Porco | 2.0 |
| Fator Nostalgia | 0.0 |
| Total | 7.5 |
| Dificuldade | esse aqui gosta de dar uma humilhada na gente de graça, recomendo farm |
| Resultado | |
| Conclusão | um jogo muito bom, com foco grande na narrativa, mas que peca pelo excesso de comprometimento |