
Ys II: Ancient Ys Vanished – The Final Chapter
Ys II: Ancient Ys Vanished – The Final Chapter é Final Chapter porra nenhuma!! Dá um google aí por Ys e me responde se ele parou aqui? Me responde?! Sim, imagino que a galera de 88 e lá vem o Zorro não imaginava que o troço ia virar uma das séries de Action RPG mais longevas da terra. Mas que não precisava ter essa pretensão de Capítulo Final, não precisava. Não custava nada colocar aquele cliffhanger safado que nunca dá em nada. Tipo o Cavaleiro Negro, a Clea ou o exército de Kangs da Marvel. Deixa em aberto, vai que vira!! Isso evita ficar fazendo retcon em remakes toda hora. Remake que inclusive é uma especialidade da casa. Esse game é novo, mas vocês vão ver que tem, assim como o 1, uma caralhada de versões. Até porque essa aqui está bem velhinha e passada do ponto. Ela dá uma boa melhorada nos problemas que vimos no primeiro e que reclamei de forma exagerada. Só falta algum tipo de molho para deixar a parada minimamente palatável no dia hoje. Foda, eu sei, ele estava se rastejando, nem engatinhando, para os games de hoje correrem. Mas eu vir aqui e falar que o esquema é divertido, seria só mentira. Eu ganharia votos com os gamers de monóculo, como diz o outro, mas estaria enganando meu público, algo que não faço. Com muita frequência, que as vezes eu minto mesmo na cara dura, afinal tenho que pagar meus panos de bunda aqui e o Brasilzão não vai nunca para porra de lugar nenhum.
Ficha Técnica
| Publisher | Nihon Falcom Victor Musical Industries (pois é, Victor novamente para alegrar) |
| Desenvolvedor(es) | Nihon Falcom Advance Communication Company |
| Diretor | Masaya Hashimoto |
| Produtor | Masayuki Kato (ou Katou, depende do verbo) |
| Designer | Masaya Hashimoto |
| Artes | Seigo Oketani Takahiro Ōura Kazuhiko Tsuzuki Tomō Yamane Ayano Koshiro |
| Músicas | Yuzo Koshiro Mieko Ishikawa Hideya Nagata |
| Plataforma | PC-8801 NES (tem outros PC’s, mas vamos omitir essas velharias aqui) |
| Lançamento | PC – 22 de Abril, 1988 NES – 25 de Maio, 1990 |
Resumão para não ficar perdido
Após sentar o chute no cu do Dark Fact e encontrar os 6 livros de Ys, Adol Christin e seu nome de velho broxa, são teleportados para a lendária terra flutuante de Ys. Lá, ele descobre que o reino está nas mãos do demônio vagabundo chamado Dalles, que está por que está querendo libertar o Lorde das Trevas, Darm. Com a ajuda da sacerdotisa Lilia, dos descendentes dos Seis Sacerdotes (os caras que escreveram os tais livros de Ys) e de antigos aliados, Adol parte novamente para a treta, onde vai reunir artefatos sagrados necessários para parar com a putaria de Dalles. Ao longo da jornada, ele enfrenta um monte de capirotos, desvenda os segredos de Ys e fortalece suas habilidades, que vão precisar estar bem afinadas, afinal agora a treta é com um capetão maior. Porra, na moral, não consigo entender essa fixação que esse povo tem com esses tais Lordes das Trevas!! É óbvio que isso é treta!! O bicho se chama Lorde das Trevas, não Lorde da Minha Cama Quentinha ou Lorde de uma Coca bem Gelada. Porra, quando o cara acordar vai ser como já dizia a grande pensadora “Nem quem ganhar, vai ganhar, todo mundo vai perder”. Ou algo assim, já que não lembro 100% da genial citação.

Lorota
Melhorando a cada novo dia.
Eu confesso aos senhores e senhoras que não esperava uma melhora do quesito lorota como a que tivemos aqui. Segue sendo um pano de fundo, uma coisinha simples e sem nada de muito especial. É matar o mal com a ajuda dos amigos. Só que com uma linha sequencial mais redonda, com acontecimentos mais justificáveis e com alguns outros personagens com envolvimento direto na trama. Não lembro do nome de ninguém e a maioria dos personagens é jogado de paraquedas na treta? Sim, mas agora pelo menos temos eles e não só portraits estáticos com conversas desconexas. Só não dei uma nota melhor mesmo, pois ainda falta desenvolver mais tudo e todos e porque existe uma sugestão de romance com uma moça deusa que aparece rapidamente no primeiro jogo, que saiu da bunda de quem estava escrevendo esse parco roteiro. Aceito amor à primeira vista em trama de salvar a princesa em perigo, agora em trama onde o heroi tem outras motivações, como salvar o mundo ou parar um bicho vagabundo, não. No final, o que importa mesmo é que tivemos um salto de qualidade no quesito trama, que me deixa esperançoso para o que está por vir. Até fico com mais vontade de jogar essa remakama que vem pela frente.
NOTA: 1.6

Playada
O que será que aconteceu?
Queria já começar deixando claro que só joguei a versão de NES. Não achei a rom para PC de bobeira por aí e também quis fugir de outra experiência merda como a que aconteceu jogando a versão de MSX do Ys 1. Sendo assim, tudo o que falar aqui, é da versão NES. Eu até cheguei a ver umas plays na internet para ter uma ideia. Não senti tanta diferença, para ser sincero, mas como só controlando o esquema para ter certeza, melhor deixar o disclaimer ativado. Aqui é só NES. Tirando isso da frente então e sendo sucinto, não consegui me divertir em nenhum momento com esse cara. É, não sei se foi o cansaço acumulado dos outros 3, momento de vida, falta de esperança com o Hexa, frio de 3 graus que está fazendo onde moro no momento que escrevo ou qualquer outra desculpa furada. Não sei. Só sei que não achei nada legal a experiência desse cara aqui. E o pior é que ele tem coisas que melhoram muito a qualidade de vida do que já apareceu por essas bandas para essa série, só que nada me animou. A base segue firme e forte, claro, ACTION RPG com batalhas de empurra-empurra. Mas ele tem por exemplo mais slots de save e até a possibilidade de load. O que faz a exploração ser mais tranquila e evita cagadas, só que não me animou. Ele faz Adol andar super rápido como se estivesse com o cu cheio de cocaína. O que faz ser mais fácil os combates ou desviar dos mesmos, só que não me animou. Ele tem a implementação de magias. O que permite combates a distância, fast travel, escudos e até se transformar em monstro para trocar um papo com os inimigos, só que não me animou. Ele tem muito mais itens e vários biomas a mais para explorar (fogo, água, ruína, floresta, esgotos e mais). O que faz a parada ser menos monótona, mas não me animou. Não me animou, não me animou e mais uns 12 não me animou. Já disse que não tenho ideia do motivo desse ranço todo, mas ele é real. Imagino que o respawn instantâneo para não perder as dicas de inimigos mortos ou não ter nenhuma descrição ou ideia de como usar os vários itens do inventário, tenha ajudado. Mas não é o real problema. A parada é só simplesmente chata e todo o looping não me trouxe nenhum prazer. Ele é bem mais fácil que o 1, algo que deveria ser bom, já que lá é uma pica, só que não é, pois ficou muito previsível. Eu peguei para playar e tinha toda a certeza que daria final. Não temi em nenhum momento que fosse aparecer algum desafio que fosse expor toda a minha falta de habilidade. Era só ir para frente, achar os itens e passar por cima dos inimigos ou desviar se fossem muito fortes. Acabou que a coisa no fácil ficou muito burocrática e mostrou que apenas ir de um lado para o outro é pouco para prender o player. Teria que ter pelo menos um senso de progressão mais apurada que fizesse a gente querer ir para frente. Pois é, mesmo com tudo isso, acabei dando um décimo a mais do que o primeiro, afinal ele é de fato mais refinado. Para ser justa a coisa, eu deveria era diminuir bem a nota dos outros, mas como com isso teria que revisar todo o meu sistema de notas, que já nem faz sentido, vou só fazer de conta que nada disso aconteceu. Até mais e passar bem.
NOTA: 1.6

Barulhama
Segue bom para caramba.
Segue surpreendentemente sendo pica para caramba. As trilhas têm aqueles acordes que ficam na mente e te colocam minimamente no tom aventuresco que precisa. Se a play é meio xoxa, meio qualquer coisa e não anima (como cansei de repetir), a trilha tenta, e consegue, elevar o tom para onde é preciso. Manos, tem uma musica tensa no castelo do capitoro que real me deixou com gelo na alma. Achei mesmo que ia de base a qualquer momento e até cheguei a esquecer que era só atirar bolinha de fogo para tudo o que é canto ou ir para cima sem dar ré para ter sucesso. Foda mesmo. Claro que a versão de NES é mais pobrinha que as do PC, mas falando de uma forma mais ampla, a coisa segue sendo filé do filé. Ah, como eu vou ficar puto se nas versões mais novas a coisa for genérica. É papo de pegar uma passagem para o Japão e fazer a bomba atômica ser uma terça ensolarada. Eles que não se atrevam!! Não se atrevam.
NOTA: 2.3

Batom no Porco
No PC de 40k é mais bonito.
Aqui a coisa deu uma complicada, pois a versão de NES é bem feinha e a de PC é bem bonitinha. Dei a nota levando em conta a versão que joguei, obviamente, mas me senti triste com isso. As ceninhas, os sprites, os tiles e os portraits são muito mais vibrantes e artísticos no PC, é coisa linda de Jesus. Já no NES, bem, era o que dava para fazer e até não sentei a xibata pelo esforço de adaptação. Talvez se não tivesse esse efeito comparativo a coisa poderia ser diferente. E lembrando que não estou falando de gráficos, que aí a comparação ia ser brutal. Estou falando de estilo artístico, que na versão que joguei não é bacana. Se não dava para colocar as cenas bonitas, porque não usaram outra alternativa, por exemplo? Sei que não seria fácil tentar deixar um jogo adaptado de um hardware melhor mais bonito em um hardware pior, mas poderia ter algum tipo de charme especial. Não sei quem estou enganando aqui, não tinha nada que dava para fazer e eu, um Otaku safado, nunca ia achar essa versão de NES melhor que uma com cara de anime velho. Foi mal, aqui tentei não levar em consideração os gráficos, mas eles me pegaram na curva. Com gráficos melhores, ficou mais simples não deixar as coisas genéricas e sem graça. Fazer o que, a vida é mesmo injusta.
NOTA: 1.3

Fator Nostalgia
Acho que vou remover.
Acredito que vou acabar removendo esse quesito para essa série toda. Na moral, nunca joguei nada de Ys como já disse nos outros posts e acredito que nem vale a pena perder tempo escrevendo isso aqui sempre. Se bem que se eu remover, vou acabar disparando meu TOC a ponto de nem dormir a noite. Puts… o que eu faço, o que eu faço? Bom, quem sabe eu conto algum causo meu aqui ou até uma piada? Ou quem sabe dou dicas de investimento? Ou opiniões super polêmicas para ser cancelado e gerar hype de coitadismo na internet? Bem, me mandem sugestões que vou ir avaliando. Por hora segue nota 0.
NOTA: 0
Por que perder tempo com essa bosta?
Mais uma vez complicadíssimo responder essa questão. Se já é difícil quando eu acho algum pêlo em ovo para gostar dessas velharias, imagina quando estou completamente indiferente e só querendo acabar com o post? Caras, sendo sincero, não vale perder tempo. Nem se você quer conhecer a saga toda vale, afinal tem versões mais atualizadas desse cara na Steam mais próxima. Isso aqui, deixa bem quieto.
Por que não perder tempo com essa bosta?
Porque é um jogo porre pra caceta. É super repetitivo, com uma história comum e que mesmo na versão com gráficos e música top não alegra a vida. Sei que estou chutando quem não merece, mas na moral, que joguinho mequetrefe, pusilânime, proxeneta e lanfranhudo. Vale como conteúdo histórico? Até vale, mas ninguém aqui é historiador de games, então saiam daqui!!
Avaliação da Playada
| Tempo de Jogo | 10:50:00 (pois é, me arrastei de montão aqui, não vou negar) |
| Save State | 0 |
| Detonado | 3 (deixei umas paredes e passagens passarem e tive que dar aquela espiadinha) |
| Trapaças | 0 |
| Game Over | 7 (em sua maioria deixando o controle parado, pois havia perdido o foco) |
| Zeramento | sim |
| 100% | sim (até onde entendi) |
| Resultado |
Avaliação do Querido
| Lorota | 1.6 |
| Playada | 1.6 |
| Barulhama | 2.3 |
| Batom no Porco | 1.3 |
| Fator Nostalgia | 0.0 |
| Total | 6.8 (roubado) |
| Dificuldade | fácil de uma forma que até torna a coisa monótona |
| Resultado | |
| Conclusão | um joguinho meia bomba, que não é ruim, mas chato a ponto de roubar a energia de que joga |