
Grandia 3
Grandia 3 é o terceiro e até então último jogo de sua Saga. O mesmo foi lançado para PS2 em 2005, usando o máximo que dava do console e arrisco dizer que, até hoje, segue sendo um dos games mais bonitos que já vi no console. Sem arreganho, ele bate de frente até com GoW 2, que é uma putaria de tão bonito. Isso faz dele um grande jogo junto com o 1 e o 2? Nope, bem longe disso. Começando pela atmosfera da coisa toda. Não queria usar o meme manjado, mas esse Grandia aqui é sabor Final Fantasy. Não sei se foi a influência da Square Enix na publicação ou se não foi intencional, mas digo com todas as letras que esse cara fede a FF. É só entrar na tela título para vocês verem o que estou falando. Não é que isso seja ruim, mas seria melhor seguir aquela vibe de aventura bem humorada do primeiro, do que algo mais sério e épico, como são normalmente os FF. Falando da play, meio que muda pouca coisa em relação ao Xtreme. Ele não segue sendo um Dungeon Crawling, grazadeus, mas o combate tem quase que as mesmas mecânicas só que aprimoradas e expandidas. Parece bom né? Pois é, de longe sim, mas de perto a coisa é feia. Os caras colocaram cada sacanagem nessa porra que quase tive um AVC. Mesmo não sendo um jogo lixo, foi um dos que mais passei raiva nos últimos tempos. Na boa combate fake tempo real em jogo de turno é o meu ovo e quem discorda tem que ser avaliado psicologicamente, pois não está puro. É, se preparem para mais uma sessão de impropérios vindos do fundo da alma de um velho gamer CLT.
Ficha Técnica
| Publisher | Square Enix (aqui o megazord dos JRPG’s já estava todo montadinho) |
| Desenvolvedor(es) | Game Arts (dificuldade artificial a essa altura do campeonato, minha gente?) |
| Diretor | Hidenobu Takahashi |
| Produtor | Wataru Higuchi |
| Designer | Hiroshi Asano Kazuyuki Iwasaki Kenichi Niwano Shintaro Kataoka |
| Artes | Akihisa Sako Kentaro Yokokawa |
| Músicas | Noriyuki Iwadare (estava escutando Rihanna na época) |
| Plataforma | PS2 PS3 (esse, mesmo não precisando, podia ter um remaster) |
| Lançamento | JP – 4 de Agosto, 2005 EUA – 14 de Fevereiro, 2006 PS3 – 21 de julho, 2016 |
Resumão para não ficar perdido
Nossa baixaria da vez acompanha o jovem mancebo Yuki que vive com sua deliciosa mãe, Miranda, em uma pacata ilha ao sul. Ele sonha desde sempre em ser um piloto de aviões e voar por todo mundo, como seu ídolo Schmidt, que foi o maior piloto que o mundo já viu. Sonho esse que acaba se tornando realidade quando o mesmo conhece a lindíssima Alfina na floresta, a ajuda a escapar de uma cambada de mal acabados que a perseguiam e depois tem que levá-la para um templo onde a mocinha vai virar um tipo de sacerdotisa que pode conversar com as divindades desse mundo, chamados Guardiões. Nesse ponto não vou julgar nosso mano Yuki, já que eu faria a mesma coisa se encontrasse uma loira dessas no meio do mato. Eu a levaria até Porto de Galinhas arriscando apanhar de Barraqueiro por preços abusivos, para terem noção. A única coisa que não faria era levar a minha mãe na viagem, já que no caso de Yuki, Miranda parte junto em jornada. A sorte do nosso mano é que a mãe solteira acaba se engraçando com o “capitão de navio” chamado Alonso no meio do caminho e deixa o filho seguir sozinho para tomar jeito de homem – ou seja perder o cabaço. Não que seja isso que aconteça logo de cara, já que dupla não vai poder meter aquele lindo sexo selvagem, pois vai estar acompanhanda por Ulf, um montador de dragões esquentadinho, Dahna, uma odalisca seiuda que procura seu marido que saiu para comprar cigarros, e Hect, uma fadinha vinda de um mundo onde geral está virando cristal. E não é só as companhias que fazem nossos pombinhos não conseguirem fazer aquela boa fritagem de bife, pois a pequena jornada vai revelar perigos muito maiores do que só ficar preso na alfândega. É irmão de Alfina chamado Emelious querendo matar os Guardiões, é portal de outro mundo se abrindo e destruindo tudo, é doença cristalizando o pessoal, é deus da destruição querendo ressuscitar e mais tudo aquilo que a gente já está cansado de ver em JRPG’s. Mas fiquem tranquilos, sem dar muito spoiler, só posso garantir que o objetivo central, no caso a pentada violenta, vai acontecer e dar bons resultados.

Lorota
Meio ruim e meio bom!!
Aqui temos o clássico caso trakinas meio a meio. Teve coisas que eu gostei bastante e coisas que eu odiei bastante. Para ser mais claro gostei bastante do início do jogo e até me emocionei com a despedida de Yuki e Miranda. Esse arco de amadurecimento de ambos é muito bem feito ao meu ver e mesmo sendo rápido deixa a gente com o coração apertado. Sem falar que nesse começo temos toda aquela descoberta de mundo e clima de aventura tranquila que tínhamos o tempo todo no primeiro. Cheguei a acreditar que de fato a parada ia para o lugar certo, mesmo com a cara de Final Fantasy. Aí chega a despedida e vamos para a trama “real” do jogo e tudo vai para o ralo. Sai todo o clima legal e entra a depressão do jogo 2. É guerra entre Deuses, gente passando por coisas terríveis, falta de esperança e tudo o que, pelo menos eu, não queria ver. Sinto que a partir desse ponto Yuki perde completamente o protagonismo e tudo se vira para Alfina, seu irmão Emelious e o peso de ter o destino traçado com pouca ou nenhuma escolha. Não vejo problema em mudar de protagonista no meio do esquema, só confesso que não queria saber desse lance de Guardiões e grandes guerras e queria seguir descobrindo o mundo enquanto Yuki pilota o seus aviõezinhos. Eu sei que no primeiro Grandia também temos salvassada de mundo e poderes divinos em jogo, mas lá parece que tudo isso está rolando por trás de uma aventura leve com foco no amadurecimento dos personagens. Acho que isso também tem relação com os personagens que aqui seguem sendo bem sel sal. Gosto de Yuki, Alfina, Miranda e Alonso, mas o resto acho dispensável e até mal desenvolvido. Até agora não entendi o porque Ulf estava arriscando a vida enfrentando Deuses. Foi porque apertou a mão de Yuki? Caralho de poder de convencimento esse hein? Eu consigo entender a motivação de Emelious e até mesmo a acho válida. Também ficaria puto se determinassem meu trampo desde o nascimento, ainda mais se esse trampo fosse ser padre. O que não curto é o 360 que ele dá para fugir dessa parada. Parece o Anakin Skywalker matando crianças Jedi du neida essa porra. Sem falar que temos uma amizade e rivalidade entre o mano e Raven, que é o marido sumido de Dahna, que não para de pé. Inclusive esse personagem é super jogado na trama que chega a nem combinar esteticamente com o resto todo. Caras, é difícil alguém me dar um bom motivo para abandonar esse par de seios. Por mim que o mundo se exploda em mil pedaços, eu só quero ser feliz com algumas bolachas Maria. E não é só o abandonador de esposas que é jogado na trama, pois todos os outros vilões eu não sei de onde vem ou para onde vão. Grau, Kornell, La-Ilim e Violetta são apenas capangas e nem dá para sentir raiva deles. Só apanham pois estão no caminho mesmo. Isso também se estende para os Guardiões, só mudando que eles não vão apanhar, mas ajudar. Enfim, o que pega aqui é mesmo a falta de consistência e o baixo carisma dos manolos. Falta uma Sue fazendo bobagem e sendo emocional para dar aquela pegada no coração. Fica com 1 pontinho, pois como disse, até uma parte eu gostei. No mais está mais uma vez longe do que eu estava querendo.
NOTA: 1.0

Playada
Forçaram a barra.
Já começo confessando que esse game aqui tem a melhor jogabilidade de toda a Saga. Diferente dos demais que tentaram criar sistemas quase do zero, esse carinha pega a base do Xtreme, dá uma refinada e evolui o que estava uma merda. O que corrobora para a jogabilidade ser melhor, já que puderam ser pegos feedbacks e acabou rolando mais tempo para trabalhar. Isso torna a parada boa? Ao meu ver não, mas em comparação está bem na frente. Divido esse jogo em 2 para 1 em termos de qualidade. No caso duas coisas boas e uma ruim, bem ruim. A primeira coisa boa é o sistema de exploração. Puta, como esse jogo é prazeroso se tratando de vasculhar cada cantinho escuro das dungeons. Mesmo sem grandes gimmicks nas masmorras, os mapas são construídos de uma forma que te instigam e o risco e recompensa sempre é bom. Tem um baú cercado por bichos filhos da puta? Pode saber que vai ser coisa boa ou até imprescindível. No geral dá para se dizer que a Saga Grandia tem um bom sistema de exploração. Tenho minhas rusgas com os mapas grandes do 1 e com os corredores fechados do Xtreme, mas em todos posso dizer que me diverti muito. Sendo que Grandia 3 ganha mais um pontos, já que ele tem um mapinha em tempo real que é coisa linda de Jesus. Não marca ponto de interesse, até porque temos um tipo de scanner apertando quadrado para isso – que eu quase não usei -, mas é o simples que funciona super bem. Aqui o jogo é bem mais linear, encadeando cidades e dungeons em sequência, mas confesso que não fiquei incomodado, até porque não sou o maior fã de mundo aberto. Temos um mapa mundi que pode ser acessado viajando com o avião de Yuki, o que ocorre quase na metade do jogo, mas não faz falta já que o negócio é mesmo ir para frente. Poderia ter mais destaque esse lance do avião tendo em vista que isso é uma paixão do nosso prota? Podia, mas só esse sobrevoar para ir em pontos específicos na minha opinião está de bom tamanho. No final se não tivesse mapa mundo, confesso que não faria diferença. Indo para a segunda coisa boa agora, temos a build, algo que também é muito bom na saga como em geral. Como é divertido e simples fazer nossos manos se transformarem em máquinas de comer bunda de capirotos nessa saga. O melhor sistema segue sendo por uso do 1, mas esse aqui também é bem divertido. Seguimos com o lance dos Mana Eggs para magia, mas aqui por sorte o MP é dos personagens e os ovos servem ou para aumentar o poder dos atributos das magias ou virarem de fato magias que podem ser usadas nos combates. Não que essa seja a única forma de conseguir magias, já que podemos comprá-las em lojinhas, mas é a melhor. Ainda mais o pessoal tendo mantido o sistema de fusões. Não é muito difícil você conseguir um Ether Egg com as melhores magias do game ou liberando o potencial de todos os atributos. Outra coisa que podemos comprar são as Skills – mesmas do Xtreme – que podem ser atreladas aos personagens para dar vantagens em combate. A diferença aqui é que elas são atreladas ao personagem diretamente e não aos livros, que agora servem como os Ovos e potencializam determinados tipos de skills. Os livros também podem ser refinados para ganhar boas skills, algo que é imprescindível se você quiser montar aquele personagem apelão. Fácil dá para fazer um mano que dá mais dano usando combos e que dá 8 hits. As únicas limitações desse sistema são só poder fazer ajustes nos save points – que agora são frequentes como sempre – e ter poucos slots para magias e skills. Sobre esse último ponto entendo que seria foda poder usar todas as magias e skills de uma só vez e isso quebraria o jogo, mas não custa sonhar. Os slots vão aumentando durante a play – algo que confesso não ter entendido o critério até o final -, então nenhum galho, mas bem que poderia ser um pouco mais. Seguimos tendo habilidades especiais que usam SP – que continua enchendo durante as batalhas – e elas ainda passam nível ao serem usadas em combate, as tornando mais rápidas e fortes. O que muda é que agora para ganhar novas skills não é necessário esses níveis, mas sim ganhar pontos de Special, que seguem o conceito dos slots de Magia e Skills. Como não entendi o critério para ganhar esses caras meio que ficou no zero a zero com a versão do Xtreme. Só posso dizer que aqui é mais fácil ganhar novos pirocopteros. Com isso então chegamos no ponto que acho negativo e que já dava para prever ser o combate. Puts, não tem jeito, não consigo achar legal essa mistura de tempo real com turno. Uma coisa parece que não combina com a outra. Eu ter que escolher exatamente o momento certo de atacar, defender ou cancelar uma ação do inimigo, me parece não combinar com a estratégia dos turnos. Na moral, a gente precisa ter o mínimo de previsibilidade do que vai rolar para bolar uma estratégia, mesmo que a mesma não funcione no final das contas. Aqui, do jeito que a coisa se desenrola, eu me sinto quase sempre com pouco ou nenhum controle nas batalhas. Nesse esquema não tem como você por exemplo ter um personagem focado em cura ou em suporte, pois não tem certeza se os caras vão de fato conseguir realizar seus movimentos. Tem uma chance de eu não ter entendido esse sistema até agora? Tem, mesmo com o tutorial para menino retardado que rola nesse cara aqui, mas acredito que não é isso não. Sempre achei a parada super bagunçada e falo sério quando acho a ideia ruim. Aqui até temos um sistema novo de combos aéreos que é muito massa, mas em geral acho tudo um cu. Ainda mais que nesse jogo a parada está super ultra master focada em cancelar os ataques inimigos. Manos, aqui se você não cancelar constantemente a merda dos inimigos é camiseta de saudade fácil. Sério, a dificuldade dessa porra é uma das coisas mais artificiais que eu já vi. O lance é cancelar os ataques inimigos, mas os inimigos quase sempre tendem a ser mais rápidos que seus manos fazendo você não dar conta de cancelar tudo. O que poderia não ser um problema, se os bichos não batessem mais que brigadiano em folião bêbado de Carnaval. Monstro lançando hit kill ou magia de nível 10 em área é mato nessa porra. O jogo dá uma mão avisando quando e como é o melhor modo de cancelar, mas é cada patifaria que te mandam na cara que não tem como ficar tranquilo. É monstro que ataca 3 vezes mais rápido que seu time, que cancela ataque com qualquer golpe, que cancela ataque não estando na vez dele sem penalidade, que contra ataca 100% ou que tem tudo isso ao mesmo tempo. Sério, tem lutas mais para o final que são teste de paciência. Para vocês terem uma noção, até tiraram o sistema de começar primeiro ao acertar os inimigos no mapa. Você acerta eles e mesmo assim todo mundo começa junto, muitas vezes com você já tomando no cu. Eu vi muita gente reclamando que os games de Grandia não eram difíceis, e isso é um fato, só não precisava fazer isso aí. Eu já disse que não curto esse sistema de combate, ele sendo injusto a coisa escalona em 10. Passei tanta, mas tanta raiva nisso aqui que tive vontade de vir dar 0 nesse quesito. Só não dei, pois temos os 2 pontos que ao meu ver sustentam a diversão a um certo nível. Não xinguei, não levantei a voz, só porque estava cansado de tanto apanhar. Está virando uma constante eu tomar surras aqui nesse blog, acho que vou ter que mudar de foco e na real falar sobre Filmes.
NOTA: 1.2

Barulhama
Um pop que não emociona.
Aqui não mudamos muito em relação ao nosso mano Xtreme viu? Não é bom, não é ruim, só parece bem deslocado em um geral. Na real a trilha sonora que toca durante as dungeons até que encaixa bem, o foda é o pop cantado que toca na abertura e em algumas cutscenes do game que não tem sentido. A parada era para ser uma aventura divertida, com tom de descobrimento de perigos, mas toca um K-pop todo mal ajambrado. Não preciso dizer que não sou o maior fã de música pop que existe, mas essa música aqui é ruim gente. No final essa saga como um todo não tem músicas memoráveis e esse cara aqui é um show de tanto faz como tanto fez em termos sonoros. Subi uns pontinhos, pois removeram o barulho de passos ensurdecedor e pelos efeitos dos ataques que está maneirinho.
NOTA: 1.0

Batom no Porco
Deu uma salvada x2.
Já falei antes, mas como esse game é bonito. Ele tem de fato um gráfico surpreendente de modo geral, mas não é só isso, até porque o quesito é estilo artístico. Todos os locais que passamos são interessantes, vivos e com personalidade própria. Mesmo às escuras dungeons finais são bonitas e você sente que está no lugar proposto. Floresta são florestas, templos são templos, deserto é deserto e assim por diante. Sei que parece besteira isso, mas não é todo o game que consegue transmitir a sensação que o level design propõem. Quantos jogos não colocam para você tomar dano de calor em dungeons do tema fogo por não conseguirem criar um design interessante? Nesse maninho também gostei bastante dos modelos nos inimigos, chefes e NPC’s. Parece que realmente tudo está certinho no lugar. A única pika que achei nessa questan foram os over designs que voltaram com tudo se tratando dos nossos manos. É saia em cima de calça em cima de 5 cintos e mais 12 detalhes que chegam a doer os olhos. Não chega aos pés do 2, mas é uma gonorreia visual se pararem para olhar bem. Outra pika que posso comentar é a quantidade de cutscenes que temos em game. Mesmo as mesmas sendo muito bem dirigidas em geral, Grandia 3 faz jus ao seus 2 DVD’s. Tem coisas que daria para resolver com o sistema de diálogos, mas os manos vão lá e tocam uma ceninha na sua cara. É coisa de em alguns momentos você sair de uma e entrar em outra, coisa de doido. Podiam ter dado uma dosada que acredito que o game caberia tranquilo em um disco só. O último ponto que gostaria de salientar que fez não chegarmos aos 2.5 foi os portraits. Que além de serem muito poucos, são feitos que só o diabo. A maioria dos personagens parece que estão sempre sendo cínicos. Sai daqui!!! No final ainda com defeitos sigo achando esse game um dos melhores do nosso maninho PS2.
NOTA: 2.2

Fator Nostalgia
Vamos acelerar
Vou acelerar esse quesito aqui. Se eu mal sabia que Grandia tinha um segundo jogo, o que diria um terceiro? Não joguei esse cara antes e seguimos para fechar as conclusões e poupar tempo de todos.
NOTA: 0.0
Por que perder tempo com essa bosta?
Pelos 2 pontos que citei na parte da playada e principalmente por sua boniteza. Caras, quando peguei esse mano para jogar eu jurei que estava indo em um Final Fantasy, que normalmente são jogos de cair o queixo em termos gráficos e artísticos. A água desse jogo é uma das coisas mais surpreendentes que vi rodar no PS2. Está certo que meu PS2 pró tende a deixar as coisas mais bonitas, mas esse mano é um xuxuzinho. Se você não se importar em passar raiva com a dificuldade desbalanceada e o combate meia boca, vai se divertir explorando as belíssimas locações enquanto vai deixando seus manos cada vez mais pirocudos.
Por que não perder tempo com essa bosta?
Primeiramente pela sua dificuldade artificial e desbalanceada. Meus manos, eu morri na primeira dungeon do game, algo que normalmente só acontece com jogos de NES. Na maioria dos RPG’s dessa época a coisa começa com matação de formigas, ratos e moscas que só atacam normal, mas aqui é orcs que dão magia de vento em área e seja o que Deus quiser. Não vai ser uma e nem duas vezes que vocês vão sair de uma dungeon que não deu trabalho, para uma que é morte no primeiro inimigo. O esquema aqui é mais traiçoeiro que influencer de Tigrinho e é só não ficar esperto para tomar um game over no meio da cara. Também dá para citar como motivo de não perder live nisso a batalha bagunçada que quase te dá uma apoplexia. É tanta coisa rolando ao mesmo tempo que seu cérebro não vai conseguir acompanhar. Quer uma coisa menos frenética, sai vazado desse cara. Também saia vazado se não tiver nenhum conhecimento de inglês ou japonês. Lembra que eu falei que tem um monte de cutscene? Pois é, tem e não colocaram legenda. Então é entender a língua da rainha ou do sol nascente ou ficar sem entender o que está rolando. Não é algo tão ruim perder essa grande trama, eu confesso, mas acho ruim nem ao menos saber o que está rolando ou em porque estamos passando tanta raiva.
Avaliação da Playada
| Tempo de Jogo | 42:36:00 |
| Save State | 0 |
| Detonado | 0 |
| Trapaças | 0 |
| Game Over | 2 (uma no início que me fez ter cuidado redobrado e resetar antes de qualquer merda maior) |
| Zeramento | sim |
| 100% | não Todos os Mana Eggs (faltou 2) Up dos Especiais (só subi do que usei) |
| Resultado |
Avaliação do Querido
| Lorota | 1.0 |
| Playada | 1.2 |
| Barulhama | 1.0 |
| Batom no Porco | 2.2 |
| Fator Nostalgia | 0.0 |
| Total | 5.4 |
| Dificuldade | aqui se puxaram e fizeram ser dor e sofrimento |
| Resultado | |
| Conclusão | um jogo muito bonito, com uma parte da play legal, mas com uma dificuldade de querer rasgar o cu de raiva |